Crítica: Revenge – 2ª Temporada


 

 

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Por Adriana Mello.

Costumo dizer que meu lado teen é assistir “Revenge”. Não sei, mas acho que a série me faz recordar “Barrados no Baile”, série favorita da minha adolescência. Quando assisti a primeira temporada, várias pessoas me alertaram que a segunda era muito, mas muito ruim mesmo. Tendo em vista que a primeira temporada já não é um primor de qualidade, não levei muito a sério os alertas. Pensava: “Impossível ser tão pior assim”.  Mas me enganei, a segunda temporada de “Revenge” é muito pior do que a primeira (que já não é lá grandes coisas). Sabe aquele ditado: “Não é tão ruim que não possa piorar”. Pois é, cai como uma luva na situação. “Revenge” piorou muito e atinge níveis patéticos e abusa da paciência do telespectador.

Emily Thorne (Emily Vancamp) continua com sua sede de vingança contra a família Grayson. Nessa temporada, ela ganha um novo aliado: Aiden (além do seu fiel escudeiro Nolan). Aiden (Barry Sloane) também entra como o novo interesse amoroso da moça, que no fim da primeira temporada terminou seu noivado com Daniel Grayson (Josh Bowman). Até aí, tudo bem, mas “Revenge” apresentou uma série de histórias paralelas sem o menor sentido (sem pé nem cabeça mesmo), que só confunde e irrita o espectador. E o que dizer do surgimento da “Iniciativa”? Além de desnecessário, tira o foco principal da série.

No mais, não há novidades: Emily e Victoria (Madeleine Stowe) continuam brincando de gato e rato, Daniel continua bobo, Charlotte continua sendo chata (e a personagem mais clichê do mundo) e Nolan continua sendo o personagem mais legal da série.

O elenco, ao contrário do que ocorreu na primeira temporada, não consegue realizar um trabalho satisfatório. Nem Madeleine Stowe (Victoria) e Henry Czerny (Conrad), que foram o destaques na primeira temporada, conseguem se salvar. Mas sinceramente, não os culpo. Deve ser difícil trabalhar com um texto tão ruim, sem sentido e sem credibilidade alguma.

Você deve estar se perguntando: “Poxa, será que a segunda temporada de “Revenge” não tem nada de bom?”. Claro que sim! Os figurinos de Emily continuam um arraso, o que acaba mantendo o interesse da mulherada na série. Tirando isso, não tenho nada de bom para falar a respeito.

A terceira temporada começou no ultimo domingo nos EUA.  Não sei como a série irá se manter. Os roteiristas terão um trabalho enorme para colocar a série nos eixos. Quanto a terceira temporada só posso dizer: “medo, muito medo”.


Palpites para este texto:

  1. Nunca vi uma crítica tão merda quanto essa. Você sabe mesmo do que está falando?! Já começou mal em falar que assiste a Revenge para lembra da sua adolescencia (que já deve fazer muito tempo). Acho que você bem sequer assistiu os episódios direito. É a única explicação para achar que existem coisas “desnecessárias” e que “testam a paciencia do espectator”. Pare de postar merda na internet e vai lavar uma louça, ou então pense bem antes de sair por escrevendo coisas sem sentido. Era mais facil você falar que não gosta da série e pronto.

  2. De fato a primeira metade da 2° temporada não foi tão boa, pois com o aparecimento da mãe da Emily e a Iniciativa o enredo principal (a vingança da Emily contra os Graysons) ficou esquecida e dispersa, sem falar do Aiden caiu de paraquedas na história, afastando a Emily do Jack e entrando numa disputa sem atrativo com o Daniel. Mas dizer que a 2° temporada não teve nada de bom é exagero, e arrisco-me a dizer que o final dessa temporada foi melhor que o da 1°

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