Crítica: Zelota, A Vida e a Época de Jesus de Nazaré


 

Apesar de ateu sempre procurei bibliografias que me levassem a Jesus, por quem sempre nutri certa fascinação. Mas o Jesus que busquei e que não encontrei não era essa figura messiânica, milagrosa, etérea, mística e salvadora. Essa nunca me interessou. Minha busca sempre foi pelo homem Jesus, a “Pessoa Física”, o Jesus histórico, alguém que na minha visão pessoal possuia um carisma e uma inteligência acima dos limites, responsável por uma doutrina que mudou o curso da humanidade, despertando ao longo dos séculos fanatismos, sacrifícios, alguém que em seu nome foram cometidas um incontável número de barbaridades, por quem guerras foram declaradas e sobre quem tantas palavras foram colocadas, interpretadas e manipuladas a bel prazer de interesses escusos.

Essa minha busca pelo Jesus histórico nunca rendeu bons frutos, no fim sempre encontrava com aquele Jesus messiânico, moldado ao longo dos séculos por fanáticos, oportunistas e religiosos.

 

Recentemente foi lançado nos Estados Unidos e acaba de desembarcar no Brasil “Zelota – A Vida e a Época de Jesus de Nazaré, editado pela Zahar e escrito pelo iraniano(radicado nos Estados Unidos) Reza Aslan, estudioso em teologia. A busca central desse trabalho é justamente esse Jesus histórico. Como não poderia deixar de ser, o livro já está mergulhado em um sem fim de polêmicas, sendo atacado duramente por entidades mais conservadoras e fundamentalistas que não admitem que se estude a figura de Jesus do ponto de vista científico. O ápice da polêmica ocorreu na entrevista que Aslan concedeu a rede Fox News, aonde a âncora Laura Green o questionou duramente como um muçulmano se julgava no direito de escrever um livro sobre Jesus. Diante de um preconceito de tal dimensão, Aslan respondeu que escreveu o livro na qualidade de acadêmico com doutorado e especialização em histórias das religiões e 20 anos de estudo das origens do cristianismo. Óbvio que a partir daí as vendas do livro explodiram, já classificado como um best-seller.

A polêmica entrevista de Reza Aslan para a Fox News

Para quem procura um trabalho científico, “Zelota” não é fruto de um crente incondicional, felizmente, mas de um estudioso inquisitivo. Já na introdução Aslan dá a pista do interessante rumo que seu trabalho vai seguir ao afirmar:

É um milagre que saibamos alguma coisa sobre o homem chamado Jesus de Nazaré. O Pregador itinerante, vagando de cidade em cidade clamando sobre o fim do mundo e sendo seguido por um bando de maltrapilhos, era uma visão comum no tempo de Jesus.

Continua mais adiante:

“Inúmeros profetas, pregadores e messias caminhavam pela Terra Santa proclamando mensagens do iminente julgamento de Deus.”

O Jesus de Aslan é o mais bem sucedido e carismático dos profetas e messiânicos que em algum momento daquele período se julgaram o Messias, como  Ezequias; Simão da Pereia; Judas, o Galileu; Menahem; Simão, filho de Giora; Simão, filho de Kochba, entre outros. Percebe-se ao longo do trabalho que Aslan se vê no meio de um gigantesco quebra-cabeças aonde parecem estar faltando várias peças e para completar fica-se com a sensação de que acaba por especular e lançar teses sem ter encontrado as devidas(e talvez inexistentes) fontes, acabando por vez a lançar sentenças contraditórias como “A Primeira parada de Jesus ao retornar deve certamente ter sido Nazaré…”

 

O ponto alto do livro é a descrição meticulosa do período e da geografia, ajudando a reconstituir todo o universo em torno do Jesus histórico, que ajudam a dar credibilidade a algumas teses levantadas, inclusive com detalhes topográficos que por vezes servem para desmentir “verdades” de séculos, desde questões como o suposto massacre promovido por Herodes contra todos os  recém nascidos de Belém, até questões como o episódio constante do evangelho de Lucas aonde afirma que os moradores de Nazaré levaram-no ao cume do monte aonde a vila foi construída  e tentaram empurrá-lo de um penhasco, aonde segundo Aslan não existe precipício de onde ser empurrado.

O Jesus de Aslan é alguém que desafiou a autoridade de Roma e a alta hierarquia religiosa judaica, um homem pleno de convicções, paixões e contradições, um revolucionário politicamente conscientizado, analfabeto, vindo das classes menos favorecidos e coloca em dúvida algumas questões inclusive sobre a paternidade de Jesus por José. Para Aslan, Jesus é gerado fora do casamento e coloca em dúvida a própria existência de José. Aslan questiona do que viveria um carpinteiro em Nazaré? Uma aldeia aonde as casas eram feitas todas de barro.

Zelota” levanta pontos interessantes, aborda as razões pela qual a Igreja Católica optou por promover a imagem de Jesus como um mestre espiritual pacífico em detrimento de um revolucionário que se rebelou contra o domínio romano na sua terra. Não é possível embarcar em todas as teses levantadas por Aslan, mas contém levantamentos históricos bastante pertinentes.


Palpites para este texto:

  1. Estou lendo e até onde li, ainda não vi nada fantasioso; o texto é excepcional e nos leva realmente a contextualizar a História de Jesus de Nazaré; para quem acredita nesses retratos do Jesus de olhos azuis e cabelos claros melhor não ler.

    • Sim, Amarildo. Essa contextualização história foi justamente o que mais me agradou no livro. Seja bem vindo por aqui, Amarildo.

      • Henrique Gonçalves Dias -

        Você é o moderador deste site Renato Melo? Um abraço.

      • Henrique Gonçalves Dias -

        Só para começar. José não era pobre era um carpinteiro até bem de vida. Morava em Nazaré, que ficava a menos de 20 km de Jerusalém mas trabalhava lá, na Capital. O lugar era mais sossegado para morar além das parreiras. Jesus Cristo gostava de ir lá na casa do lazareno para degustar suas uvas. A bíblia não “fala” que ele era pobre como alguns pensam, nem que ele morava em Nazaré. Além disso ele era um carpinteiro respeitado pois tinha estado até no Egito!

    • ANA MARIA TELES PEDROZA -

      Estou lendo o livro “Zelota” e concordo com seu ponto de vista. Apesar de ser católica, me rendo as evidências históricas. Isto não impede de que eu mantenha a minha Fé!

    • ANA MARIA TELES PEDROZA -

      Estou lendo o livro “Zelota” e concordo com seu ponto de vista. Apesar de ser católica, me rendo as evidências históricas. Isto não impede
      que eu mantenha a minha Fé!

  2. O livro é ótimo! Li com atenção e aprendi muito, históricamente.

  3. Bem vindo, Alfredo. Agradeço sua participação.

  4. Armando Santana -

    Aslan é um grande historiador e o livro é muito didático. No entanto faz afirmações especulativas, como o julgamento de Jesus por Pilatos. Claro que provavelmente não foi como descrito nos Evangelhos, mas por ser um acusado de sedição contra Roma com muitos seguidores, não se pode descartar a hipótese. Por outro lado, embora o compare a outros Messias, não explica por que só ele teve seguidores que deram a vida pelos ensinamentos da nova doutrina, que mudaram o mundo. A especulação de que é mentirosa a epifania narrada por Saulo, também soa falsa. Enfim, o livro é muito bom historicamente mas peca por ser especulativo demais.

    • O próprio Aslan informa que não há muito onde se procurar informações acerca do Jesus histórico, pois não há escritos fora dos textos sagrados. Tudo (ou quase tudo) o que Aslan escreve baseia-se em análises comparativas. Logo, especulativo. Mas, muito importante tal estudo, pois nos ajuda a compreender melhor o momento em que ele viveu e o porque de muitas coisas que nos acompanham até hoje. Estou lendo ainda.

    • O livro apresenta alguns dados históricos interessantes, principalmente aqueles relacionados ao movimentos sediciosos da palestina do século I. Todavia o autor não consegue esclarecer porque só Jesus foi executado e não seus seguidores, como seria de se esperar em casos assim. Parece que Pilatos foi “piedoso” com seus seguidores. Também não explica porque Flávio Josefo omite o movimento de Jesus, já que, conforme diz o autor, foi um movimento que incomodou Roma e a Classe sacerdotal Judaica. Será que Flávio Josefo engoliu mosca, ou realmente por Jesus ser um líder apenas espiritual, não chamou a atenção do historiador?

  5. Indico “Jesus ensina as Leis da Criação”: http://www.graal.org.br/livro.php?id=1045 “Jesus, Fatos Desconhecidos”: http://www.graal.org.br/livro.php?id=1049

  6. Prezados,

    Sem dúvida, o estudo histórico é de suma importância. Pretendo ler este livro em breve. Mas, sou seguidor de Jesus, creio em sua divindade, ressurreição, etc. Assim, obviamente minha leitura estará sempre condicionada à experiência espiritual do Jesus Filho de Deus, do mesmo modo que a leitura da maioria de vocês estará condicionada por sua não-fé no mesmo. Enfim, a fé é experimental e, na nossa concepção, revelada, não teórica. A senhorinha que vende pastel na feira e não sabe escrever nem mesmo o próprio nome crê em Jesus por que experimentou algo, não porque viajou no tempo e andou com o Jesus histórico.

    Bem, para fomentar a discussão e o estudo, recomendo uma leitura alternativa. É um livro chamado “Evidências da Ressurreição de Cristo”, de Josh McDowell. Perdoem-me , mas não sei qual editora o distribui hoje em dia.

    De qualquer forma, espero que não seja incômoda a presença de um discipulo dEle por aqui. Rsrsrs.

    Abraços a todos e um excelente dia!

    • Imagina, Pedro. Incômodo nenhum. Todas as opiniões e pontos de vista ão bem vindo por aqui. Obrigado pela participação.

    • Marcelo Fajardo -

      Li o livro e compartilho da mesma opinião do Pedro Henrique. Como seguidor de Jesus sei que minha leitura é condicionada. Da mesma forma como é enviesada a leitura pelos não-crentes e até o trabalho do Reza Aslan, que parece que, por ter perdido a fé, optou sempre pela especulação (afinal não há documentos) contrária ao único documento histórico que dá informações sobre história do peregrino de Nazaré: os evangelhos. Ou seja, na ausência de elementos históricos, Reza Aslan prefere especular do que admitir a veracidade do evangelho. A tese central dele, que Jesus não se assumiu como o Messias e Rei de um reino espiritual, mas sim como um revolucionário que visava a tomada do poder temporal dos romanos, é muito falha, pois baseia-se totalmente em especulações e ignora convenientemente os registro dos evangelhos.

      • Sabe Marcelo estou lendo o livro e tbem me coloco como seguidora de Jesus como católica, mas é evidente que o autor não tem a intenção de destruir esta ou aquela crença com sua pesquisa, mas informar o contexto em que vivia o mestre e as dificuldades da época. Temos que ter a certeza de que muitos caminhos foram alterados para que houvesse a sequencia do conhecimento do Jesus que evidenciou o Reino dos céus, creio que para evitar que muitos se intitulassem revolucionários causando massacres em seu nome, e mesmo assim houveram e há as tais guerras santas. Penso que o autor fez um trabalho magnifico porque ele usa pontos que podem ser verificados como a geografia e a topografia dos locais por onde passou o mestre…e que pode sim ser confrontados com as escrituras. Não vejo especulações, mas todos sabemos que os evangelhos foram escritos por homens, que temiam que todo o ensinamento do mestre caísse no esquecimento obviamente era preciso usar de uma didática bem articulada em certas narrativas para melhor entendimento da massa. Em resumo tenho comigo que nossa fé não se abala com ou sem o conhecimento da historiografia, mas sim pela presença do Deus sentida, mas sempre acreditei que Jesus se manteve com a postura de um ser revolucionário, pois a época era para se viver intensamente.

      • Sabe estou lendo o livro e tbem me coloco como seguidora de Jesus como católica, mas é evidente que o autor não tem a intenção de destruir esta ou aquela crença com sua pesquisa, mas informar o contexto em que vivia o mestre e as dificuldades da época. Temos que ter a certeza de que muitos caminhos foram alterados para que houvesse a sequencia do conhecimento do Jesus que evidenciou o Reino dos céus, creio que para evitar que muitos se intitulassem revolucionários causando massacres em seu nome, e mesmo assim houveram e há as tais guerras santas. Penso que o autor fez um trabalho magnifico porque ele usa pontos que podem ser verificados como a geografia e a topografia dos locais por onde passou o mestre…e que pode sim ser confrontados com as escrituras. Não vejo especulações, mas todos sabemos que os evangelhos foram escritos por homens, que temiam que todo o ensinamento do mestre caísse no esquecimento obviamente era preciso usar de uma didática bem articulada em certas narrativas para melhor entendimento da massa. Em resumo tenho comigo que nossa fé não se abala com ou sem o conhecimento da historiografia, mas sim pela presença do Deus sentida, mas sempre acreditei que Jesus se manteve com a postura de um ser revolucionário, pois a época era para se viver intensamente.

    • Pedro,boa noite.
      Achei interessante sua colocação,pois acabei de sair de um estudo biblico neste final de semana e me foi indicado este livro, e conforme você também amo e sou servo deste Jesus Divino e Salvador do mundo. Não li o livro, mas o quê me deixa muito incomodado é o fato das pessoas tentar de muitas formas diminuir a Grandeza deste Deus que se fez homem para nos salvar, e que tem e tinha muita compaixão do povo,por isso realiza e realizou muitos milagres. “Feliz aquele que crer sem ter visto.”
      Grande abraço a todos, e desculpe por minha atrasada opinião.

  7. Dídimo Heleno' -

    Estou lendo o livro e adorando. É ótimo, em que pesem algumas especulações. Ora, para quem acredita na Bíblia, o livro de Aslan soa como verdade pura. Muitos seguem Jesus porque seus pais seguiam, que o seguiram porque os seus pais seguiram e assim por diante. Nosso Deus costuma ser o de nossos pais. Na verdade, não sabemos de nada e, portanto, é recomendável que se leia de tudo.

  8. Paulo ( Saulo ) nunca me enganou!

  9. juliano cesar de oliveira -

    Oi adorei sua resenha…mas vc já leu o livro reverso escrito pelo autor Darlei… se trata de um livro arrebatador…ele coloca em cheque os maiores dogmas religiosos de todos os tempos…..e ainda inverte de forma brutal as teorias cientificas usando dilemas fantásticos..acesse o link..www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem..

  10. Vanderval Queiroz Vieira -

    Veja bem, escrver sobre alguém em quem não acredita e de quem é ferrenho opositor de seus entendimentos e conficções pessoais, não é inteligente e nem tampouco merece credibilidade, pois, certamente que abordará de forma enfática os aspectos e conceitos discordantes. Analise a Bíblia a fundo e acuradamente quanto seus relatos já comprovados pela Arquelogia, e também o fiel cumprimento da maioria de suas professias, para ver desmoronar os frágeis argumentos e razões desse ímpio confesso.

    • Olá Vanderval, obrigado pela participação. Apenas discordo da sua opinião. Acredito que o fato de não ter as mesmas crenças não me impede necessariamente e ter uma opinião e poder expressá-la. Apenas não tenho o direito é de ofender a crença alheia, seja ela qual for. Abraços.

  11. Estudo teologia e certamente vou ler o livro. O ato de fé possui 2 movimentos, fides quae e fides qua. O primeiro diz respeito ao conteúdo da fé (objetivo) e o outro a adesão a esse conteúdo (subjetivo). Se as pessoas não conhecem a dimensão histórica de Jesus, correm o risco de acreditarem em conto de fadas (fideísmo). A bíblia também não é exata, mas reflete mensagens verdadeiras (inspiradas), respeitando os limites de cada autor. A chamada inspiração de Deus respeita as dificuldades de escrita de cada autor. Ex: a passagem que Jesus manda os espíritos imundos entrarem nos porcos, que se precipitam em seguida no mar, não é exata, pois o mar está a 5 km do local do evento. Mas a mensagem de resgate da dignidade humana (o possuído) é verdadeira. Sugiro a leitura do livro o Católico de Amanhã de Michael Morwood, ed. Paulus, que também trata do Jesus histórico, buscando amadurecer a fé de muitos católicos para o novo milênio. Abs.

  12. há bastantes erros de gramática na traduçao, o que é uma pena e dificulta a leitura.

    • Patrícia Espíndola -

      Estou lendo o livro e me parece muito coerente, satisfaz minha mente a cerca desse magnífico Jesus histórico, trazendo este homem para a realidade da sua época, anteriormente eu havia lido “Avida de Jesus” Ernest Renan, que também faz esta busca por Jesus histórico, e tal qual alguém que leva um soco no estômago me deparei com esse embuste que a igreja criou…se foi ele mesmo que disse (Jesus) ou não, eu concordo plenamente, “a verdade vos libertará” prefiro amar este homem, da sua época!

  13. O que se tem do Jesus histórico são apenas desculpas para a sua não confirmação como figura histórica. Quando não se tem um único motivo para justificar sua existência e diversos a contrariar, o que deve prevalecer?
    A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Conheça um pouco mais a respeito da origem da nossa cultura ocidental. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:
    https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark
    E adquira o seu exemplar em:
    http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=1702&idProduto=1734

  14. Carlos rj lamento q pessoas n agredite na escitencia de DEUS mais fazer oque se JESUS era analfabeto eu queria ser iqual a ele porque ele falava atraves de parabolas para os farizeus iqual a esse vulgo estoriador mas faser o que n é se JESUS antes de se levado aos ceus . e ele falou PAI tenha misericordia eles n sabem o que fazem é iqual o cientista que fala que o homen veio do macaco. mais porque o macaco naisce macaco e morre macaco ???

  15. Olá !!!
    Já li todos os livros sobre o Jesus Histórico dos autores John Dominic Crossan e Geza Vermes. Agora beberei nesta nova fonte. Abç

    • Henrique Gonçalves Dias -

      Então, por favor, leia os artigos que assinei:”Jesus Cristo vestido de menina?” e “Jesus Cristo e os três reis magos”. Coloque o título e o meu nome na frente: Henrique Gonçalves Dias. Boa leitura e aguardo críticas.

  16. Não li ainda amim foi indicado o livro(amigos).
    Discordo de alguns evangélicos, e concordo com alguns “ateus”(pos segundo Augusto Cury, não existe ateus de verdadeiros!).
    e nem todos os “crentes” dominam conhecimentos que na verdade deveriam conhecer. Pos ja disse Shaul(“Paulo”):’ezaminai tudo e retenha o que bom…’
    E o caso em palta penso eu que não se tem registros sobre o tau JC pq na verdade ele nunca existil de fato ele nada mais é do que uma criação de Roma(acho).
    Pos mesmo sendo seguidor do mestre, não creio que o nome dele seja esse… E o bombardeio muito no meu feiceboock…
    Creio eu na minha falta de sabedoria que esse é uns dos motivos pra a falta de fatos: JC nunca existil!!!! O que se acha então?
    Shalom a todos, abração! Fico grato…

  17. Gostei muito do titulo. Sou cristão, no entanto como vc mesmo descreveu sou fascinado por um homem que “ousou ser Deus”, enfrentou a toda aristocracia, e até mesmo pessoas que usam a fé em prol de seus interesses, tal como hoje ainda ocorre.

    Enfim, valeu a dica; Concordo com a máxima de que a duvida é o principio do saber. Acho que um bom paralelo entre o Jesus histórico e a fé no Jesus Cristo pode vir gerar pessoas com vidas mais equilibradas, uma diminuição desses aproveitadores e tb uma maior consciencia de nosso deveres cívicos com nosso proximo e com aqueles q professam uma fé diferente. Parabens pelo site.

    Abç, Que Deus abençoe a todos

  18. O espiritismo é por excelência uma religião cristã,mas não acredita na ressurreição,e concepção pelo espirito santo de Jesus Cristo.Apenas prega a elevação moral do Homem-Jesus.

  19. Washington Amorim -

    Estou lendo o livro e achando fantástica a busca histórica e os esclarecimentos o contexto histórico, sou cristão e continuo sendo, depois dessa leitura desse brilhante autor que como muitos de nós cristãos, também conjectura possíveis fatos e atesta como certas algumas probabilidades. Este livro tem em minha opinião,grande valor histórico e traz algumas das não desprezáveis características da personalidade de Jesus o de outros que se declararam seus seguidores. muito bom ter opiniões fora da quatro paredes do cristianismo. Mas ainda assim, creio no Jesus de Nazaré o revolucionário, o Cristo e Messias e tenho certeza e que ainda muitos crerão.

  20. Li e reli o livro de Reza Aslan e não vi nada de estapafúrdio no texto. Acredito que vários livros da Bíblia foram manipulados conforme os interesses do clero e dos governantes, religião e política são irmãos siameses. Mas isso não abalou minha fé em Deus, pois busco Sua essência e isso me torna uma pessoa melhor que ontem, Glória a Deus.

  21. Amigos, permitam-me dizer algumas coisas:
    Toda pesquisa científica é válida, e o papel da ciência é questionar.
    A metodologia de Crossan e Aslan segue a premissa de que alguns fatos no Novo Testamento são invenções, como as narrativas do nascimento de Jesus em Mateus e Lucas, por exemplo.
    De minha parte, e de acordo com minhas pesquisas, tais narrativas estão na maioria das vezes coerentes entre si, inclusive em relação à datação (pena eu não poder entrar em detalhes, aqui).
    Jesus, o homem, real e histórico, nasceu por volta do dia 4 de agosto do ano 5 a.C. O problema é que um ser divino cujo nascimento foi profetizado e que veio com a missão que lhe foi dada ofende a nossa razão (ou melhor, a razão atual) cuja concepção descarta em absoluto a intervenção de um Criador em contraposição ao “acaso” que deu origem à vida na Terra, de acordo com o conhecimento científico desenvolvido nos últimos séculos.
    Apenas alerto que a busca pela verdade ilumina vários caminhos. Aqueles que a procuram com sinceridade, deve considerá-los todos, a fim de que se descubra o mais verdadeiro, um dia.
    Abraços.
    Giuliano Martins Massi

    • Francisca Lucélia Ribeiro de farias -

      Gostaria que Giuliano Martins me indicasse algumas leitura sobre Jesus Cristo, sobre fé e sobre a vida de santos. Obrigada Lucélia

  22. Luciano G. Oliveira -

    Li o livro e cheguei a seguinte conclusão: O “Jesus histórico” e o “Jesus Cristo” é o mesmo. Reza Aslan é ateu como foi descrito. Jamais ele iria compreender a maravilha dessa revelação Divina. Saulo (Paulo) teve essa revelação por isso descreveu para nós essa maravilha em suas cartas. Por outro lado é um livro extremamente especulativo.

  23. Eduardo Figueiredo júnior -

    Li o livro e achei lindo. A fé da humanidade em acreditar em idéias diferentes faz a vida nesse planeta uma dádiva divina. Todos os pensamentos vindos da mente desse autor foram claramente compreendidos.
    Segue minha idéia para ele:
    REZA aslan

  24. Li o livro e achei muito fraco. Uma leitura cuidadosa do novo testamento e uma viagem a terra santa desmonta as teses expostas no livro

  25. Se você teve coragem de ler a obra de Aslan com imparcialidade, tenha coragem de fazer o mesmo com a Bíblia, pelo menos o novo testamento.
    Por quanto tempo subsistirão as especulações e os questionamentos pouco fundamentados de Aslan? Com certeza, muito pouco. Tal como não duraram por muito tempo a de outros incrédulos que enveredaram por esse caminho, que pode até ser atraente, mas não leva a nada. Por que a mensagem contida nos evangelhos e nos demais textos da bíblia permanecem até até hoje e mudam a vida das pessoas para melhor? A autoridade da bíblia pode ser questionada, mas nunca negada, pois está fundamentada na história, nas evidências e na fé transformadora.
    Sem fé, é impossível agradar a Deus.

  26. Então não tenho uma crítica formada!
    Contudo quando falam de minha pessoa existe duas linhas de raciocínio, daqueles que gostam e aqueles que não gostam!
    Mesmo assim não são fiéis a minha verdade maior são apenas suposições!
    Mas verdade seja dita, 2015 anos depois e sua existência ainda é discutida isso é um milagre não?
    Porém a verdade maior seja ateu ou não!
    “Sem amor eu nada seria”!

  27. Imaginem um vascaino escrevendo um livro diminuindo o flamengo!!!!!??????
    O dia que ele escrever algo assim de Maomé vou dar mais atenção a esse livro que li.

  28. Sem dúvida um olhar aguçado sobre o período histórico em que o Jesus telúrico passou por aqui.Entretanto, desfaz os mitos sem preocupação com o profundo simbolismo que eles representam, por exemplo, nascer de uma virgem, como Krihsna, Hórus, Tamuz, Mitra,Átis, ou andar sobre as águas, como Narayana ou Buda, que também se transfigurou diante dos discípulos.Grande parte do Velho e praticamente todo o Novo Testamento , não são livros de fácil leitura. Nas entrelinha do texto há muito mais do que supomos.A Ciência Moderna, guiada pela física quântica, está muito próxima de se dobrar ao fato de que ” há muito mais coisa entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia”.Homens como Jesus,que atingiram o estado mental conhecido com samadi, nirvana, iluminação, pelo menos em nosso sistema solar,podem sim ser nomeados ” filhos de Deus”. ( Se ficou um pouco confuso, o objetivo era esse mesmo).

    • Amigo, ao contrário do que você possa pensar, talvez influenciado pelo filme Zeitghest, Buda nunca nasceu de uma virgem, assim como Krihsna, Hórus,segundo a mitologia egipcia foi concebido por Isis, quando Osíris, que era seu pai, já estava morto. A lenda sugere que a fecundação ocorreu quando Isis, na forma de um pássaro, pousou sobre a múmia do esposo, que estava deitado em um sofá. Mitra,Átis, nunca andaram sobre as águas. Esse tipo de crença difundida na internet só serve para propagar falsa informação. Sem teor histórico nenhum. Ou possui fonte bibliográfica para isso? Conhece algum egiptologo conhecido que tenha dito que horus nasceu de uma virgem e que morreu e ressuscitou, sem a ajuda da sua mãe, segundo o mito?

  29. O livro de Reza Aslan é interessante. Ele, assim como vários outros historiadores, tentam transmitir a imagem daquele Jesus que lhes cai melhor. Entretanto, não é por que Aslan diz que seguiu os padrões de pesquisa científica que o livro fica livre de parcialidade pessoal. Aslan como ele mesmo diz foi ensinado em uma doutrina fundamentalista da crença cristã, onde a Bília é a palavra de Deus e não possui erros de escrita e históricos. É evidente, seguindo adiante, que Aslan deixa transparecer sua decepção ao ‘descobrir’ que os evangelhos possuem seus limites históricos. A experiência dele em nada difere da experiencia de Bart Ehrman, outro crítico literário que pesquisa o Jesus Histórico, que certa vez se decepcionou com a religião e passou a buscar, a qualquer custo, ‘desmistificar’ ou, ‘esclarecer, o fenômeno Jesus. O interessante é que várias outras obras já foram escritas sobre o Jesus histórico. Obras escritas por cristãos e agnosticos, e em geral, a imagem final de Jesus nunca foi tão radical quanto a apresentada por Aslan. Ou seja, em se tratando de história, em pesquisa acadêmica, para se propor algo tão diferente, ou você se baseia em ideias novas, de dados históricos novos (o que não é o caso de Aslan) ou você esta tentando enxergar algo onde não existe. O que sobra é especulação. E é nesse quadro que o livrode Aslan se enquadra. Ao contrário da critica deste site, não foram somente os religiosos fanáticos que ficaram indignados com o autor, mas muitas autoridades acadêmicas sobre Jesus histórico também. Acharia interessante que o autor da critica também deixasse claro que a igreja nos EUA possuem um pensamento diferente em relação ao pensamento da igreja Brasileira. Enquanto lá sim não se tolera o estudo do Jesus histórico, aqui no Brasil seminários teologicos, presididos por padres e protestantes fazem isso diariamente. Outro ponto, e para finalizar o meu comentário (que acho que nem será aceito), Aslan vem de uma cultura islâmica. E ao longo do seu livro ele deixa transparecer que sempre sofreu com um certo incomodo e preconceito por culpa dessa linguagem cultural.Por morar no EUA e enxergar diariamente que o Jesus ali freneticamente ensinado era um Deus bom, ao contrário do que diziam da sua crença familiar, Aslan tenta então com sua obra, apresentar um Jesus revolucionário que pegou em armas, para assim, quem sabe, ‘demonstrar’ que entre Jesus e Maomé não existem diferenças, os dois tinham seus lados violentos. É por esse motivo que a repórter indaga ele.
    Fico feliz com o site. Mas um pouco triste que somente essa obra tenha ganhado a honra de ser lido pelo autor do blog. Vários outros livros sobre o Jesus histórico existem por aí, alguns considerados classicos por ateus e cristãos, pelo seu impecavel teor academico e histórico, porém, acredito eu, e posso estar enganado,- só consideramos bons livros aqueles que trazem uma imagem e argumentos que eu concorde.Caso contrário eu ignoro e finjo que nunca li. Dessa forma, permaneço sempre com meu pensamento e nunca me abro para novas perspectivas. No fim, o que toda essa prática demonstra é que tenho medo, no fundo, de me deixar ser convencido por outra ideia.

  30. Me desculpem, mas não dá para comentar o que não se conhece. Como escritor ele é muito fraco e repetitivo. Como historiador é pior ainda pois a todo momento só dá coloca seu ponto de vista sem base nenhum ou literaturas supostamente perdidas ou distorcendo textos bíblicos. Exemplo ele diz que 2 Samuel 7:14 fala sobre Davi e qualquer um que conhece um pouquinho de Bíblia sabe que ele tá falando do Cristo, em nenhuma parte da sagrada escritura é dito filho de Deus se não a Cristo ou a Jesus Cristo. Faça um curso básico de Bíblia depois Leia esse livro que o resultado será lata de lixo.

  31. Me desculpem, mas não dá para comentar o que não se conhece. Como escritor ele é muito fraco e repetitivo. Como historiador é pior ainda pois a todo momento só dá coloca seu ponto de vista sem base nenhum ou literaturas supostamente perdidas ou distorcendo textos bíblicos. Exemplo ele diz que 2 Samuel 7:14 fala sobre Davi e qualquer um que conhece um pouquinho de Bíblia sabe que ele tá falando do Cristo, em nenhuma parte da sagrada escritura é dito filho de Deus se não a Cristo ou a Jesus Cristo. Faça um curso básico de Bíblia depois Leia esse livro que o resultado será lata de lixo.

  32. LIXO

  33. L I X O

  34. Filho de Satanás

  35. Não aceita críticas, vc não consegue publicar

  36. O livro me ajudou a entender o contexto histórico de como funcionava a sociedade naquela época em Israel. Os conchavos entre o poder de Roma e os Sacerdotes que estavam cheios de religiosidade e vazios da verdadeira palavra de Deus… só pude reforçar minha admiração por Yeshua. Pois sendo um mero camponês e mesmo sem exército… ele venceu! Sim venceu, pois conseguiu espalhar o nome do único e verdadeiro Deus para todo o planeta! Sua única ferramenta foi a verdadeira palavra de Deus. Yeshua veio combater as hipocrisias humanas e restaurar os ensinamentos de Deus. Através Dele, a palavra de Deus se espalhou para todas as nações. Não resta dúvida então que Ele venceu!!
    Sobre as afirmações do Autor que vão de encontro ao que está escrito na Bíblia, se baseiam praticamente em suposições que tentam usar a lógica para explicar fatos. Porem ele deve lembrar que fatos históricos e insanos desafiaram qualquer lógica. Como explicar com a lógica, que um homem (Hitler) seria capaz de implantar um ideal de pureza racial, contaminar mais de metade da Europa com esse pensamento e afundar o mundo na guerra mais cruel de todos os tempos.
    Como usar a lógica para explicar que depois quase dois mil anos de serem expulsos e perseguidos por várias nações, o povo da descendência de Abraão voltaria para Israel e mesmo cercados de inimigos sobreviveriam e prosperariam!!
    Yeshua nos ensinou como adorar a Deus! É esse único Deus que devemos adorar e seguir!!

  37. Eu vi o livro ontem e me interessei, mas li um pouco e desisti de comprar. Na verdade ele mergulha na realidade da Palestina do tempo de Jesus – e nisso parece ter méritos – e a partir daí pretende “descobrir” Jesus. Mas isso descarta completamente a possibilidade de Jesus não se adequar em algum aspecto a seu tempo, que justamente é o que pretensamente determinou sua importância. Zelotes existiam, muitos, mas se Jesus fosse um é óbvio que os romanos saberiam e teriam interesse em eliminá-lo, o que parece não ter sido o caso. Para mim os documentos mais fidedignos a respeito de Jesus são os evangelhos, três deles escritos por pessoas simples, que conviveram com Jesus, o outro (de Lucas) escrito por um médico que conversou com muitos dos que conheceram Jesus pouco depois de sua morte. E tem passagens que teriam sido excluídas se fosse para fazer sua apologia, como o pedido para fugir do sacrifício da cruz ou as discussões nada politicamente corretas com os fariseus. O fato é que a vida, morte e pretensa ressurreição de Jesus é incompreensível à luz da razão, o que torna uma parte de sua história inaceitável para alguns….Só tem um problema, se tirar o lado sobrenatural Jesus perde toda a diferença e toda a importância….. O ser humano busca superar a mera natureza, desde sempre ele busca, quem pode garantir que isso é impossível? Sabemos por acaso quais são as possibilidades reais do ser humano?

  38. Respeito a fé de quem acredita nas belas histórias e verdades bíblicas e as professem com ardor,sê, na busca do crescimento e nunca do fanatismo.

    Acreditar que uma jovem virgem possa engravidar-se de um espírito divino, um mortal vir a considerar-se um Deus, repreenda e cesse uma tempestade, ande sobre as águas do mar, ressuscite um morto depois de muitas horas e a si mesmo depois de três dias e num céu e inferno bem detalhados,são exercícios de reflexão que invejo mas não tenho preparo para alcançar.

    Me permiti essa modesta opinião, para finalizar afirmando que li esse autor cujas idéias se aproximam bastante da rudimentar ideia que nutro sobre religiões, ou seja, foram criadas sob medida para consolar e preencher as inquietações humanas,e aquecer a alma com esperanças,porém, acima desses nobres objetivos, servir sim como instrumento político de manipulação das vontades.

    Infelizmente muitas flertam dissimuladamente, ou em algum momento descambam mesmo para o messianismo, fanatismo, violência e ódio contra os que não concordam com elas ou professem outras convicções tornando-se um macabro retrato bem vivo dos nossos dias atuais. Uma pena.

  39. Souza, me permita, nunca vi Jesus dizer que era filho de Deus, mais do que eu ou você. “Sejam perfeitos como VOSSO pai que está nos céus é perfeito”, ele disse. Essa pretensa divindade de Jesus, em minha opinião, é invenção “dos homens”, não meramente da “Igreja dos homens”, e vem da mesma incapacidade que temos de compreender que talvez o ser humano detenha capacidades ainda desconhecidas, e que Jesus foi meramente e imensamente um homem escolhido para plantar uma semente. Estou falando em hipótese. Do mesmo modo, a virgindade de Maria me parece uma crença nessa linha, pois o mais provável é que seu pai era alguém daquele tempo (um legionário romano, parece) e que José tenha assumido a paternidade para evitar a punição da menina. Já a ressurreição é algo basilar, se não ocorreu, todo o cristianismo cai por terra. Como disse Paulo de Tarso, se Jesus não ressuscitou resulta em vão toda a cr5ença cristã. Você poderia perguntar, por que eu acredito na ressurreição e não na virgindade de Maria, se ambas seriam algo sobrenatural? Por vários motivos. Em primeiro, apenas um evangelho se não me engano relata a virgindade, enquanto a ressurreição é relatada por todos. Jesus nunca deu importância a essa questão moral, tinha brigas com os fariseus que o acusavam de ser “fruto do iníquo”. E principalmente, é fundamental que ele tenha sido um homem, fruto de um ato sexual comum, humano, pois isso mostra que nós, humanos, temos esta capacidade latente. Se ele fosse Deus, qual seu mérito e que diferença teria em relação aos deuses e semideuses da mitologia?

  40. É lamentavel que o autor não conseguiu ver Jesus da forma que nos Cristãos o vemos,
    sujiro que ele tenha primeiro um comunhão intima com Deus pra depois falar de Jesus,
    ele expressa uma conclusão particularmente, os dados historicos da epoca contém coisas relevantes, mas quando se trata de Jesus ele se torna um “miseravel” no conhecimento de Jesus. Leu a biblía sem interpreta-la, não conseguiu extrair dela a excência de Deus tão pouco abriu seu coração pra Jesus, mas enfim oramos pra que ele permita que Jesus possa operar na sua vida.

  41. Ricardo Alves dos Santos -

    Interessante um muculmano querer criticar os Evangelhos e questionar Jesus Cristo!!!! É o mesmo que cachorro falar do gato, bem não vai falar! Por que não escreveu falando de Maomé, aliás, o sanguinário e homicida chamado Maomé? Jesus não deixou uma linha escrita, porque ele não obriga ninguém a acreditar nele, enquanto o sr. Maomé se refugiou numa caverna para inventar o Alcorão, cópia fajuta do Velho Testamento e, após montar um exército de mercenários, saiu pregando:”Só Alah é Deus e Maomé é seu profeta! Ou crer ou morre”. A posição que alguns tem em relação a Jesus chega a ser ridícula como a do crítico que se intitula ateu como se fosse um status. O próprio Jesus ensinou aos seus seguidores para não proibir quem usasse o seu nome com segundos ou terceiros interesses, o importante é que seu nome fosse anunciado. E se passaram dois mil anos e o nome de Jesus até hoje e sempre será o número um, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Quanto aos muculmanos, falem de Maomé, mas fale a verdade, do seu casamento com uma criança de nove anos. Não escondam e não justifiquem suas mentiras inventando mentiras alheias. Agora, quem não crer em Jesus, basta ler o Código da Vinci. Já é o suficiente. Cada quem é dono de sua própria consciência.

  42. Ricardo Alves dos Santos -

    Interessante um muculmano querer criticar os Evangelhos e questionar Jesus Cristo!!!! Por que não escreve falando de Maomé, aliás, o sanguinário e homicida chamado Maomé? Jesus não deixou uma linha escrita, porque ele não obriga ninguém a acreditar nele, enquanto o sr. Maomé se refugiou numa caverna para inventar o Alcorão, cópia fajuta do Velho Testamento e, após montar um exército de mercenários, saiu pregando:”Só Alah é Deus e Maomé é seu profeta! Ou crer ou morre”. A posição que alguns tem em relação a Jesus chega a ser ridícula como a do crítico que se intitula ateu como se fosse um status. O próprio Jesus ensinou aos seus seguidores para não proibir quem usasse o seu nome com segundos ou terceiros interesses, o importante é que seu nome fosse anunciado. E se passaram dois mil anos e o nome de Jesus até hoje e sempre será o número um, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Quanto aos muçulmanos, falem de Maomé, mas fale a verdade, do seu casamento com uma criança de nove anos. Não escondam e não justifiquem suas mentiras inventando mentiras alheias. Agora, quem não crer em Jesus, basta ler o Código da Vinci. Já é o suficiente. Cada quem é dono de sua própria consciência.

  43. Estou lendo o livro, afinal trata-se de um excelente pesquisador e que, historicamente, ira enriquecer meus conhecimentos a resprito de Jesus e sua época. Em minha concepçao para os que acreditam em um Jesus divino, como eu, o livro fará com que nos aproximemos mais do Cristo, para os que não acreditam no Jesus divino, contribuira para ficar mais longe dele.
    Lamento que o livro traga algumas aberrações, denigrindo a imagem do Cristo, apenas baseado em suposiçoes, a exemplo de que o autor suspeita de Jesus ter sido um filho gerado fora do casamento, isso é uma afronta ao cristianismo pois na há findamentos para essa triste suposição. Prefiro continuar acreditando ser ele o filho de Deus, ” gerado por obra e graça do Espirito Santo”, a final porque deixaria de acreditar nos escritores da bíblia para acreditar no Reza, embora seus anos de faculdade e dedicaçao ás pesquisas são valiosos e servira para ampliar nossos conhecimentos a respeito do Mestre mas, será então que os escritores da bíblia e seus tradutores não são confiaveis? Julgo de maior confiabilidade não só pelo fator Fé, mas eles estiveram com Jesus pessoalmente, embora saibamos que a maioria deles nada escreveram sobre o Mestre, porem foram bases materias para os escritores. Não só isso, mas como várias provas de originais da epoca envontrados em nossa era, compatibilizam com o que esta escrito.
    Cuido que os tradutores da biblia foram homens de alta cultura da época, estudiosos e especialistas no assunto e não realizada apenas por uma pessoa, mas por várias.

  44. O mais importante de tuto é que Jesus, seja o Cristo ou o homem, como preferir, diferente das outras personalidades históricas, como Maomé por exemplo, ainda está vivo! É nisso que fundamenta nossa fé, pois mesmo sendo um revolucionário rebelde ou um profeta pacificador, foi o único ressuscitou dentre os mortos. Isso não é questão apenas de fé, pois houveram várias testemunhas oculares que presenciaram o Jesus ressuscitado, passando ainda 40 dias sobre a terra antes de ascender aos Céus.
    O livro está sendo um instrumento de importante e excelente conhecimento histórico a respeito da vida de Jesus, bem como o período em que viveu. Muitas das suas posições e teses são questionáveis, mas ainda sim vale a pena o material. Contudo, o mais importante fato da vida de Jesus continua inalterável: Sua ressurreição. Questionar este fato, é o mesmo que questionar sua existência, logo se ele realmente existiu, evidentemente morreu e ressuscitou. Ainda está vivo (junto ao Pai – Deus) e em breve voltará.

  45. Prezados

    Esse livro mostra de forma latente com foi a vida da sociedade do oriente médio na época em que Jesus teve seus dias terrenos. Percebi que o autor muitas vezes repele os escritos da bíblia de forma anacrônica, tentando unir pensamentos contemporâneos de forma a interpretar os feitos de 2000 anos atrás. Do mesmo jeito que três pessoas podem ter opiniões diferentes hoje em dia de um mesmo indivíduo, três historiadores romanos ou três evangelistas também podem ser inclusos nessas estatísticas, 2000 anos antes isso não mudou, somos cegos tateando no escuro, buscando um interruptor em um território do tamanho do Brasil que possa ascender uma luz. Não podemos afirmar nada, apenas, como o próprio autor diz: “especular”. O fato é que. como o autor diz: “Milagrosamente” hoje temos conhecimento de uma pessoa que morou em uma sociedade no qual vários tentaram aparecer. mas só Jesus foi reconhecido. O autor da muita ênfase em ATOS, escrito por Lucas, ou Lucano, e em ATOS 5; 33-45, tem uma passagem que o próprio cita mas de forma imcompleta e que responde essa pergunta. Acho que a parte história não desvaloriza a parte espiritual, mas a complementa, dependendo dos olhos que as estuda.

  46. André Sherring -

    No que pese o valor de alguém buscar saber sobre a história de JESUS, isso não anula o que o SENHOR é! JESUS existiu e como não há livros além dos relatados pelos evangelhos, inclusive fiéis a fatos históricos. Este como outros, deduz questões óbvias, mas também especula-se muito.

    A obra essencial para entender JESUS ser exatamente o que ele mesmo disse ser (DEUS), está na perspicácia da obra “Evidências da Ressurreição de Cristo”, de Josh McDowell.

    Este escritor outrora ateu, um dia, se questiona sobre uma ocorrência descrita nos evangelhos que o fez buscar e esmiuçar o mais fantástico fato relatado da vida do SENHOR: JESUS ressuscitou!

    E ressuscitou diante cumprimento de diversas profecias e a mais fantástica e incrível de todas, é a profecia das “Setenta Semanas de Daniel” (Dn 9:24-27).

    Josh McDowell produziu um verdadeiro tratado tão somente em busca de entender o fato “ressurreição” de JESUS, as provas, os testemunhos, a judicialização deste fato. E ao fim, chega a uma única conclusão: se JESUS é DEUS ou não, não importa. Mas que um homem, chamado JESUS ressuscitou – diante tantas evidências – RESSUSCITOU! Ou seja, um túmulo ‘zerado’, que repousava um corpo, dias depois, some! E o ressurreto, aparece! …

    Para encerrar, o CRER no SENHOR, a entrega a Ele, seguí-lo e isso nada tem haver com religião, é fato que ocorre por obra invisível de DEUS na vida daqueles que querem. JESUS mesmo ensinou em Mateus 16, que o simples fato de crer que ele é DEUS e Filho de DEUS, é REVELAÇÃO nos corações por obra sobrenatural do SENHOR ESPÍRITO SANTO.

    Mt 16:15-17
    “Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou?

    Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

    Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que te revelou, mas meu Pai, que está nos céus”.

    Enfim, o JESUS histórico dá até prá buscar, pesquisar a época, especular. Mas o SENHOR JESUS daqueles que creram, que entenderam a necessidade como criaturas do seu Criador – é obra transcedental do SENHOR. Logo, o JESUS histórico é óbvio que existiu entre nós, mas ele é exatamente o que disse ser. DEUS!

  47. Parabéns pelo artigo!

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