Crítica: House of Cards


 


Por Adriana Mello.

House Of Cards” foi a primeira série criada originalmente para Web. Criada por Beau Willimon, a série é uma adaptação do livro “House of Cards” de Michael Dobbs. A produtora independente MRC ( Media Rights Capital)  já tinha a intenção de transformar o livro em série ao adquirir seus direitos. A MRC apresentou o projeto para diversas emissoras; HBO, Showtime e AMC, mas foi site Netflix, que já vinha querendo lançar uma produção própria, quem levou o projeto.  Em março de 2011, a produção foi anunciada com Kevin Spacey (vencedor de 2 estatuetas do Oscar) no papel principal e como produtor executivo.

Através do personagem Frank Underwood (Kevin Spacey), “House of Cards” nos mostra os bastidores da política americana e seus jogos de interesse. Tudo começa quando Frank leva uma rasteira do recém eleito governo americano. Ao ver o cargo de Secretário de Estado (que havia lhe sido prometido) ir para outra pessoa devido a jogos de interesses, Frank decide armar um plano para derrubar o governo. Para isso, ele manipula tudo e todos que cruzarem seu caminho sem o menor escrúpulo. Frank conta com o apoio incondicional da sua esposa Claire (Robin Wright) para colocar suas armações em prática.

A série apresenta personagens marcantes; a esposa de Frank, Claire, o cogressista, Peter Russo (Corey Stoll) , a jovem jornalista Zoe (Kate Mara, que se torna uma forte aliada de Frank), Doug (Michael Kelly), chefe de gabinete de Frank. Todos os personagem tem participações importantes e com história própria ao longo da série.

O trabalho do elenco de “House of Cards” é irretocável. Kevin Spacey domina todas as cenas. Impossível tirar os olhos da sua brilhante atuação.  Qualquer elogio que se faça ao trabalho de Spacey será pouco. Robin Wright e Corey Stoll também merecem destaque.

A série foi indicada a nove prêmios Emmy, o mais importante da tv americana, e venceu 3: melhor direção de série dramática e dois em categoria técnicas.

Um ponto positivo para a Netflix é que ela lançou os 13 episódios da série de uma vez só. Então não há aquela espera de 1 semana entre um episódio e outro. Acho isso ótimo! A boa notícia é que a segunda temporada da série já foi anunciada. Mal posso esperar.


Palpites para este texto:

  1. sofia martínez -

    Foi a única temporada que Sun e eu gostei, no geral, é uma boa proposta que me faz lembrar de uma série chamada Psi abordou o mesmo assunto e é muito interessante porque eu encontrar muitas semelhanças com esta série.

  2. Gran serie y gran temporada. Las tomas con Underwood hablándole a cámara me fascinan. Terminé con la segunda temporada recién en http://verhouseofcardsonline.com/ y estoy a punto de poner el primer capítulo de la tercera.
    Gracias por la reseña!

  3. Uma serie deste porte nos fornecem de grande varia o quanto nossa politica esta destruída pela corrupção, o jogo de interesse e as armações pelo poder, pode nos fazer repensar os valores que são repassados ao nossos representantes.

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