Curupira Convidado no 6º Gamboavista


 

Curupira FOTO 4. TMCM.

Curupira é o único infantil convidado do 6o GAMBOAVISTA, para se apresentar nesta primeira leva, nos dias 28 e 29.1. às 16h,  no Galpão Gamboa

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CURUPIRA

Uma encenação de Ricardo Schöpke

Dramaturgia de Roger Mello

(vencedor do NOBEL DE LITERATURA INFANTOJUVENIL/PRÊMIO DINAMARQUÊS HANS CHRISTIAN ANDERSEN 2014 DE MELHOR ILUSTRADOR DO MUNDO, PELO CONJUNTO DE TODA A SUA OBRA E INDICADO EM 2016 AO MAIOR PRÊMIO DA LITERATURA MUNDIAL: O PRÊMIO DA COROA SUECA: ALMA -ASTRID LINDGREN MEMORIAL AWARDS.)

Vencedor de 05 prêmios

Indicado para 14 prêmios nacionais, entre eles Mambembe, Coca-Cola, Isanrd Azevedo, Blumenau, PGE e FENATIFS

 

O 6O GAMBOAVISTA

 Desde novembro de 2011, o Gamboavista, projeto que chega à sexta edição, transforma o Galpão Gamboa em uma grande plataforma de exibição para o público conferir shows, festas, exposições e espetáculos teatrais – entre estreias, processos e montagens que chamaram a atenção em temporadas anteriores. Idealizado pelo ator Marco Nanini e pelo produtor Fernando Libonati, o local, que de 2006 a 2010 passou por uma série de reformas até sua inauguração, firma-se atualmente como parte do calendário cultural da cidade.

A Zona Portuária, área que sofreu as consequências de anos de degradação, hoje volta a fazer parte do radar dos cariocas, e o Galpão ajuda a escrever essa história. Para Nanini, entretanto, não foi a chegada do VLT, que facilitou o acesso até o local, nem o fim das obras olímpicas que levaram as pessoas até lá. Como lembra o ator e coordenador, o Galpão sempre teve um público cativo que, mesmo com dificuldades para acessar a área, dava seu jeito para comparecer. Faz parte do evento uma programação do ano que merece ser revista, e permitir que tenha um público interessado em assistir.

Curupira FOTO 2. TMCM.

O ESPETÁCULO

O espetáculo “Curupira”, completou em 2015/2016, 20 anos de encenação.

“Curupira”, apresenta um texto de Roger Mello bastante potente que dialoga com a temática dos mitos e lendas brasileiras, através de uma dramaturgia dinâmica que descontrói a ideia do “ser  curupira”.  Uma fluência na narrativa que vai desvendando aos poucos os mistérios deste ser lendário, e nos proporciona um final surpreendente, onde podemos perceber a junção de um grande quebra-cabeças que nos é apresentado, cena a cena, durante o desenrolar do espetáculo. A escrita cênica do encenador teuto-brasileiro Ricardo Schöpke dialoga com os estudos da Cia, a época da montagem, nas teorias do encenador alemão Bertolt Brecht, como a quebra da quarta parede, o distanciamento épico, a utilização de uma cenografia utilitária – que se utiliza apenas de objetos essenciais para a construção da cena teatral-, e de uma arquitetura de luz que constrói ambientes, como sendo mais uma personagem que vai desenhando uma grande mata e os caminhos que levam à ela.

A concepção cenográfica e direção de arte de Ricardo Schöpke é composta também de folhas secas – catada em cada uma das matas, das cidades ou países, onde o espetáculo se apresenta -, cobrindo todo o espaço cênico. Uma cenografia limpa e que vai se desenvolvendo aos poucos diante dos olhos dos espectadores.

Os figurinos de Mauro Leite são alegorias que preenchem os espaços e determinam a origem, e a personalidade, de cada uma das personagens. O Velho da Mata traz em si galhos de uma árvore milenar, a Velha da Embolada, quinquilharias que são pegas em toda a sua trajetória, e a Mariposinha que traz em si o sincretismo religioso e as luzes das estrelas.

Além de toda uma pesquisa inédita na área de animação, no desenvolvimento de técnicas de teatro de sombras – a criação de uma mulher palco em miniatura, sombras gigantes -, dos bonecos de dedos, do boneco de corda, e do uso de máscaras populares que traz à cena títeres em tamanho humano. Juntando-se a isso uma pesquisa aprofundada na música, no canto popular, operístico e no uso de percussão ao vivo e com atores tocando instrumentos. A trilha sonora do espetáculo é composta de intervenções musicais ao vivo – percussivas e eletrônicas -, e de músicas mecânicas inéditas do grande maestro brasileiro, e conhecido internacionalmente, Villa-Lobos, e também de canto pelos atores e pela atriz/cantora de óperas Chiara Santoro, que interpreta também músicas populares e cantigas brasileiras.

Assim, “Curupira” quebrou diversos paradigmas à época de seu lançamento, e continua a quebrar, ainda 20 anos após sua estreia na Sala 13, atual Teatro III do CCBB/RJ.

HISTÓRICO DO ESPETÁCULO

 TOTAL DE APRESENTAÇÕES
276 espetáculos, ao longo de 21 anos

 PÚBLICO

156.700 espectadores

O espetáculo “Curupira”, único infantil convidado para se apresentar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) no mês de julho de 1995, no Rio de Janeiro, concorreu a seis Prêmios Mambembe/1995 nas categorias de melhor autor, diretor, ator, figurino, categoria especial e cinco melhores do ano, e ao Prêmio Isnard Azevedo nas categorias de ator, iluminação e figurino. Recebeu o Prêmio Coca-Cola de 1995 de Melhor Iluminação o Prêmio Isnard Azevedo de Melhor Figurino, e os Prêmios de Espetáculo em Blumenau, 7o PGE e 9o FENATIFS. Nestes seus 20 anos de carreira – e sucesso – já percorreu diversas cidades do Brasil; nos seguintes estados: Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Bahia e Brasília.

 “Curupira”  foi considerado também pelo Clube do Assinante como um dos melhores espetáculos do ano de 1995, considerado como a Companhia de melhor relação de produção com o CCBB em 1995, foi selecionado por Karen Acioly para o projeto Altamente Recomendável da Prefeitura do Rio de Janeiro para apresentações nas Lonas Culturais, selecionado para o Festival de Teatro de Resende, selecionado também para apresentação no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília em 2004 e para o 28º Prêmio PASCHOALINO de Teatro da FETAERJ em 2006.

SINOPSE

Dois irmãos, encontram-se em uma mata fechada, no interior de Minas Gerais, numa noite de lua cheia, na companhia de estranhos personagens da região: o Velho da Mata, a Velha da Embolada, a Mariposinha, e de gritos e assovios, que prenunciam a presença de um curupira pelas redondezas. Diz que Curupira faz caçador se perder na mata em dia de sexta-feira!!! Um assobio aqui, outro mais adiante e quando se vê…não tem mais jeito. Não tem mais volta. É assim o Curupira: protetor de um lado, assustador de outro. Meio bicho, meio gente, meio assombração – se é que pode haver três meios.

O espetáculo “Curupira” recebeu os seguintes comentários da crítica especializada:

…”Cercado de elementos técnicos de alta qualidade, Schöpke conduz a encenação com  riqueza de detalhes…”,

“…Com perfeita cenografia, Curupira é um show de efeitos, de muito bom gosto…”,

“…Ricardo Schöpke, o imbatível produtor e diretor, marca mais um tento em sua carreira…”,

“…O texto é de Roger Mello, autor premiado em 1992 com o Coca-Cola de teatro infantil, por UMA HISTÓRIA DE BOTO-VERMELHO…”,

“…Um dos mais interessantes autores que apareceram nos últimos quatro anos…”

Lúcia Cerrone – JORNAL DO BRASIL – RJ.

“…é um espetáculo que vai ser apreciado principalmente pela turma em idade escolar, capaz de se deixar envolver pela beleza do texto. Mello e Schöpke  apostam no bom gosto e na inteligência do público. E isso, convenhamos, não acontece todos os dias.  …”

Lívia de Almeida – Veja Rio-RJ.

  “…o que nos chega é um espetáculo com atenção nos detalhes, já amadurecido, puxado para uma veia mais lírica, como é de característica do trabalho da dupla Schöpke & Mello…”;

“…sem dúvida, um trabalho que encanta a platéia infantil, enquanto resgata lendas e mitos brasileiros, algo que tem sido negligenciado ultimamente por nossa dramaturgia infanto-juvenil…”

Pedro Autran Ribeiro – JORNAL DA TARDE -SP.  

“…A veterana companhia carioca Boto Vermelho trouxe ao festival um sucesso longevo de sua trajetória: Curupira. Trata-se de um texto muito bem escrito e construído, assinado por Roger Mello. Tudo se passa no interior de uma densa mata, onde dois irmãos se desencontram e acabam convivendo com personagens lendários do interior do Brasil, como o próprio Curupira, a Velha da Embolada, o Velho da Mata, a Mariposinha. A montagem de Ricardo Schöpke é acertada, com visual caprichadíssimo, muito criativo, nada óbvio, bastante elaborado. A roupa da Velha da Embolada é rica em detalhes e encantamentos. A cenografia é muito bem explorada pela iluminação, criando climas fantasiosos, ambientações mágicas. O realismo passa longe, o que é muito bom. A linguagem é regional, plena de simbologias e bom uso de expressões, interjeições e prosódias. Trata-se de um espetáculo de uma brasilidade importante, sem cair nas mesmices do dito folclore. Além disso, explora muito bem o medo das crianças pelo desconhecido, pelo escuro, pelos sons da natureza. A trilha, aliás, é também outro ponto alto. Muito bem escolhida, ela emociona e pontua muito bem as ações – executada ao vivo pelo percussionista Carlos Poubel….

Espetáculo RECOMENDADO pelo crítico Dib Carneiro Neto do Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO -SP.  

 

A Cia tem 35 indicações a prêmios, nas mais variadas categorias (autor, diretor, ator, iluminador, figurino, coreografia, entre outros), e nos mais variados prêmios (Mambembe/RJ/SP, Coca-Cola, Isnard Azevedo, Paschoalino, Blumenau, entre outros). É vencedora de 32 prêmios nacionais.

 REPERTÓRIO
JOÃO POR UM FIO (2011)
DISPARE (2011)
TERRA S.A (2009)
ACROBATAS (2005)
AH, CAMBAXIRRA SE EU PUDESSE (2003)
CAMINHOS DE JOÃO BRANDÃO (2002)
SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO (2001)
UM PEQUENO PRÍNCIPE (1999)
QUE BICHO SERÁ (1997)
PIETRO E PIETRINA (1996)
A ESTRANHA MÁQUINA EXTRAVIADA (1996)
CAAPORA (1996)
O PAÍS DOS MASTODONTES (1994)

Curupira FOTO 1. TMCM.

SERVIÇO

Nome do Evento: Gamboavista 6ª edição
Local: Galpão Gamboa (Rua da Gamboa, 279, Gamboa – Rio de Janeiro)
Data: 28 e 29 de janeiro de 2017.
Horário do Evento: 16h (sábado e domingo) 
Local: Teatro – Galpão Gamboa
Ingressos: R$ 10,00 inteira / R$ 5,00 meia / R$ 2,00 moradores da região
Capacidade do teatro: 86 lugares 

FICHA TÉCNICA
Dramaturgia e pesquisa musical  Roger Mello
Encenação, direção de arte, direção de movimento, arquitetura de luz, cenografia e pesquisa musical Ricardo Schöpke
Produção Executiva Alain Catein
Elenco Ricardo Schöpke, Chiara Santoro, Sophia Dornellas e Alain Catein
Músicas originais Villa-Lobos
Direção musical e canto Chiara Santoro
Percussionista e músico Carlos Poubell e Sophia Dornellas
Figurinos Mauro Leite
Confecção dos títeres e animação Alzira de Andrade
Sombrista Rita Spier
Manutenção de títeres Marcio Newlands
Técnico de luz e operador Rodrigo Lopes
Camareira Luiza Martins
Costureira Maria de Jesus
Fotos Isabelle Neri Vicentini
Assessoria de imprensa Cia Boto-Vermelho Assessoria
Produção e realização Cia Boto-Vermelho
Classificação etária: Livre para todas as idades
Duração: 70 min.

Contatos da Cia Boto-Vermelho Assessoria:
21 2268-3508
21 98964-7415 (OI e também Whatsszap)

E-mails:
assessoria@ciabotovermelho.com.br


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