Em Cartaz: O Homem Elefante


 

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Rio de Janeiro, 27 de novembro de 2014 – O Oi Futuro, o Governo do Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Cultura e a Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro apresentam o espetáculo “O Homem Elefante”. Idealizadores do projeto, os atores Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Vandré Silveira, da Cia Aberta (RJ), dividem a cena com Regina França, atriz convidada, e são dirigidos por Cibele Forjaz e Wagner Antonio (SP). A estreia será no dia 11 de dezembro, no Oi Futuro no Flamengo. A temporada segue até 21 de dezembro, de quinta-feira a domingo, para o público geral e retorna em 2015 de 2 de janeiro a 8 de fevereiro.

O texto de Bernard Pomerance é inspirado na história verídica de John Merrick, jovem com uma terrível deformação que viveu em Londres na segunda metade do século XIX e virou atração de freak shows (shows de aberrações). “O Homem Elefante” tornou-se mundialmente conhecido com a adaptação para o cinema de 1980, assinada pelo cultuado diretor americano David Lynch. Com John Hurt no papel-título, o longa-metragem foi indicado a oito Oscars. Na Broadway, a história de John Merrick estreou em 1979 e teve inúmeras montagens. Recentemente, a peça voltou aos palcos novaiorquinos tendo o astro Bradley Cooper como protagonista.

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Merrick (Vandré Silveira) era explorado e mal tratado pelo showman Ross (Daniel Carvalho Faria), até ser resgatado pelo jovem médico Dr. Treves (Davi de Carvalho), sendo acolhido para observação num prestigiado hospital londrino. No hospital, Merrick passa de objeto de piedade à coqueluche da aristocracia e dos intelectuais, com a ajuda de uma famosa atriz, Sra. Kendal (Regina França), que o apresenta à sociedade londrina. Mas a sua esperança de um dia poder ser “um homem como os outros” acaba por se revelar um sonho que nunca será realizado.

Os atores mineiros Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Vandré Silveira fundaram no Rio de Janeiro, onde residem, a Cia. Aberta. Quando escolheram montar o texto de Bernard Pomerance, convidaram Cibele Forjaz para conduzir a encenação. Convite aceito, mas com uma condição: teriam que se mudar para São Paulo. Não hesitaram e durante um ano fizeram a imersão na cidade, através de workshops para a construção da encenação. Wagner Antônio juntou-se ao grupo para dividir a direção com Cibele e conduzir a Luz do espetáculo.

A Cia. Aberta tem em sua trajetória uma investigação criativa por meio de parcerias artísticas, novas dramaturgias e diversas linguagens de encenação e atuação. O desejo de estabelecer uma parceria criativa com a diretora Cibele Forjaz na concepção do espetáculo “O Homem Elefante”, vem de uma identificação com seus métodos de pesquisa e direção (pouco ortodoxos e nada cartesianos), a partir de conceitos como a dramaturgia do espaço, o épico-dramático-ritual e o pensamento do aqui e agora no teatro.

SOBRE A COMPANHIA

Criada no Rio de Janeiro, em 2011, pelos atores mineiros (radicados no Rio de Janeiro) Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho e Vandré Silveira. Em 2012, o grupo estreou o primeiro espetáculo, “Farnese de Saudade”, a partir da vida e obra de Farnese de Andrade. A estreia aconteceu em 2011 no Rio de Janeiro, onde o espetáculo realizou duas temporadas. Em abril de 2014, estreou em São Paulo, na Caixa Cultural São Paulo. Em junho do mesmo ano, foi convidado a se apresentar na cidade do artista plástico (Araguari / MG), em duas sessões históricas, uma vez que o artista nunca foi homenageado em sua terra natal. O monólogo foi vencedor do Prêmio Questão de Crítica (RJ/2012) – categoria Cenário. Indicado ao mesmo prêmio na categoria Especial (pela pesquisa do projeto) e indicado ao Prêmio Shell (RJ/ 2012) – na categoria Cenário. O espetáculo foi convidado a participar do Festival Home Theatre 2014, onde o ator Vandré Silveira recebeu ainda o Prêmio de Melhor Interpretação. Em 2013, a companhia aberta estreou o seu segundo espetáculo: “Vermelho Amargo”, baseado na obra homônima de Bartolomeu Campos de Queirós (vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2012 na categoria Melhor Livro do Ano). O espetáculo – contemplado pelo Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012 e indicado ao Prêmio Cesgranrio de Teatro 2013 (Melhor Cenografia) – estreou no Rio Janeiro cumprindo três temporadas. Participou como espetáculo convidado da Mostra SESC Cariri 2013 e da Mostra Fringe/ Festival de Curitiba 2014. Em julho de 2014, Vermelho Amargo estreou em São Paulo, no SESC Pinheiros.

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SOBRE A ENCENAÇÃO

Cibele Forjaz

Diretora iluminadora e fundadora coletivo teatral Cia. Livre (SP). Docente e Pesquisadora do Departamento de Artes Cênicas da USP. Em 25 anos de trabalho profissional, participou ativamente dos coletivos: A Barca de Dionísos (1986-1991); Teatro Oficina Uzyna Uzona (1992-2001), onde trabalhou por dez anos como assistente do encenador José Celso Martinez Correa. Na Cia. Livre dirigiu “Toda Nudez Será Castigada”, (2000/01); “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennessee Williams (2002); “Arena Conta Danton”; “VemVai – O Caminho dos Mortos”, (2007/09), “Raptada pelo Raio” (2009/2010), e “A Travessia da Calunga Grande” (2012). Em parceria criativa entre a Cia. Livre e outros grupos e artistas-criadores: dirigiu “Woyzeck, O Brasileiro” (2003/04), “Rainha [(S)]” (2009), “O Idiota – Uma Novela Teatral” (2011), e “Madame B” (2012). Ganhou vários prêmios, entre eles, APCA 1989, Mambembe 1996, APCA 1998, Qualidade Brasil 2002, APCA e Shell 2004, Shell 2007 e APCA 2010.

Wagner Antônio

Artista formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André e um dos fundadores do coletivo teatral 28 Patas furiosas. Assinou a luz em diversas produções recebendo indicações para prêmios nacionais como melhor Iluminador. Dentre os diretores que trabalhou destacam-se: Antônio Rogério Toscano, Luiz Fernando Marques, Roberto Alvim, Juliana Galdino, Cibele Forjaz, Adolf Shapiro, Caetano Vilela e Gerald Thomas. Sua participação na companhia Club Noir de Roberto Alvim e Juliana Galdino rendeu-lhe o reconhecimento da crítica pelo trabalho requintado da iluminação em “Pinokio” (2011) e uma indicação ao Prêmio Shell de iluminação em 2010 por “H.A.M.L.E.T”. Outro grupo parceiro é a Mundana Companhia, onde fez parte da equipe de criação do espetáculo “Pais e Filhos” do diretor russo Adolf Shapiro, assinando a luz junto com Cibele Forjaz. Parceria que rendeu a indicação para o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro na categoria projeto visual.

Sobre o Oi Futuro

O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.

Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), com programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e apreços acessíveis, além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades.

O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.

FICHA TÉCNICA
Texto: Bernard Pomerance
Idealização: Cia Aberta
Encenação: Cibele Forjaz e Wagner Antônio
Assistente de direção: Artur Abe
Elenco: Daniel Carvalho Faria, Davi de Carvalho, Regina França e Vandré Silveira
Iluminação: Wagner Antônio
Cenário: Aurora dos Campos
Figurino: Valentina Soares
Direção musical e trilha sonora: Dr Morris
Identidade Visual: Balão de Ensaio
Ilustração: Antonio Sodré Schreiber
Fotografia: Vitor Vieira
Direção de produção: Paulo Mattos
Produção executiva RJ: Tamires Nascimento
Produção executiva SP: Paulo Arcuri
Operação de luz: Lívia Ataíde
Operação de som: Dominique Arantes

SERVIÇO
“O HOMEM ELEFANTE”
De 11 a 21 de dezembro/ De 2 de janeiro a 8 de fevereiro
Horários: Quinta a Domingo, às 20h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)*
Vendas: na bilheteria e no www.ingressorapido.com.br
Local: Oi Futuro
Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo.
Classificação etária: 16 anos
Capacidade: 40 lugares
Duração: 2 horas
Gênero: Drama

*A meia-entrada é vendida somente com a apresentação da carteirinha e/ou documentos de identificação no ato da compra.
Funcionamento da Bilheteria
De Terça à Sexta, das 14h às 20h.
Sábados, Domingos e Feriados, das 14h às 20h.
Informações: (21) 3131.3060
Ingresso.com
Televendas: 4003-2330
INFORMAÇÕES À IMPRENSA
Astrolábio Comunicação

 


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