Série: Jornalismo na Literatura Nacional


 

 

Um fato que me chamou atenção em relação ao mercado editorial brasileiro em 2012 foi que pouquíssimos livros brasileiros de ficção figuraram no ranking dos mais vendidos, foi até motivo de post AQUI. Em contraste com esse cenário, livros escritos por jornalistas ou com conteúdo jornalístico tiveram êxito de vendas ou importante repercussão na mídia. Desde livros de história do Brasil, passando por biografias, livros de memórias e livros fruto de longas pesquisas.  Foi um ano em que brilharam nomes como Laurentino Gomes, Leonencio Nossa, Klester Cavalcanti, Lira Neto, Mário Magalhães, Mauro Ventura, Marcelo Netto, Rogério Medeiros, Flavio Tavares e Pedro Doria.

Para  tentarmos aprofundar essa questão, o Botequim Cultural resolveu realizar uma série de entrevistas com 4 dos jornalistas que lançaram alguns dos mais importantes livros editados em 2012. São eles: Klester Cavalcanti, autor de “Dias de Inferno na Síria”, Leonencio Nossa, autor de “Mata!, o Major Curió e as Guerrilhas do Araguaia”, Mário Magalhães, autor da biografia “Marighella, o Guerrilheiro que Incendiou o Mundo” e Mauro Ventura, autor de “O Espetáculo Mais Triste da Terra”.

Nos próximos dias estaremos publicando entrevistas com esses 4 jornalistas, aonde tentaremos entender e refletir o porquê do êxito desses livros. Estaria o público atrás da realidade em detrimento da ficção?  Qual a opinião deles sobre a incursão cada vez maior dos jornalistas na seara dos livros de história? Como conciliar o duro trabalho de uma redação com projetos pessoais que necessitam de extenuante pesquisa?

São os temas centrais da série que estaremos publicando aqui nos próximos dias.


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